Juventude

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**Roteiro da Juventude DIJ 2016**

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PROJETO JOVEM TRABALHADOR

O CEAI, por meio do seu Departamento de Infância e Juventude, implantou o projeto jovem trabalhador no âmbito do grupo de juventude aos sábados às 15h e aos domingos às 10h.

O projeto consiste em inserir os jovens nas atividades da Casa bem como incentivar e orientar a  prática do amor e da caridade.

Nos seus dias de atividades, os jovens possuem  1 (uma) hora de conteúdo teórico sobre a Doutrina Espírita e o Evangelho de Jesus, e 30 (trinta) minutos de trabalho voluntário nas atividades de recepção para o passe, biblioteca, auxílio aos evangelizadores da infância e elaboração de material para o site do CEAI.

O projeto já completa 1 (um) ano de implantação e os resultados são os melhores possíveis. Desta prática estão surgindo e surgirão os futuros trabalhadores da Casa. Desde o seu início, é notório o aumento da frequência dos jovens aos roteiros programados, como também a alegria e a satisfação de todos eles em serem úteis ao CEAI, ao próximo e ao Movimento Espírita.

OPORTUNIDADE NA CASA ESPÍRITA + ORIENTAÇÃO ADEQUADA = TRABALHADOR DO BEM*. 

*(Slogan retirado do site da FEB)

HARMONIA

Alguns sinônimos da palavra harmonia:  equilíbrio, ordem, acordo, concórdia, consonância, entendimento, conciliação, etc.

Estando muitas vezes relacionada com o universo da música, a harmonia musical indica a concordância ou combinação de vários sons simultâneos ou de acordes que são agradáveis ao ouvido.

O estudo da harmonia é essencial para o estudo da composição e por isso, a harmonia também é a arte de compor os sons simultaneamente. Enquanto a harmonia é a combinação de sons simultâneos, a melodia é a combinação de sons sucessivos.

Um elemento que tem harmonia é algo que está disposto de forma equilibrada e justa entre as partes de um todo.

Assim, a harmonia muitas vezes é o resultado de um sentido de paz entre pessoas, ou a concordância de opiniões ou sentimentos entre pessoas. Ex: Eu sempre gostava de passar o fim de semana na casa do meu melhor amigo, porque notava uma harmonia na sua família.

Sabemos que a harmonia interior não é artigo de oferta e procura nos mercados terrestres, mas aquisição espiritual só acessível no templo do Espírito.

Faz-se, pois, mister acendamos o coração em amor fraternal, à frente do serviço. Não bastará, em nossas realizações, a crença que espera; indispensável é o amor que confia e atende, transforma e eleva, com o vaso legítimo da Sabedoria Divina.

Sejamos instrumentos do bem, acima de expectantes da graça. A tarefa demanda coragem e extrema devoção à Deus. Sem que nos convertamos em luz, no círculo em que estivermos, em vão a cometeremos à sombra, aos nossos próprios pés. E, no prosseguimento da ação que nos compete, não nos esqueçamos de que a evangelização das relações entre as esferas visíveis e invisíveis é dever tão natural e tão inadiável da tarefa quanto a evangelização das pessoas.

Não busqueis o maravilhoso, a sede do milagre pode viciar-vos e perder-vos.

Vinculai-vos pela oração e pelo trabalho construtivo, aos planos superiores, e estes vos proporcionarão contato com os Armazéns Divinos, que suprem a cada um de nós segundo a justa necessidade.

As ordenações que vos arrojam na paisagem terrena, por mais ásperas ou desagradáveis, representam a Vontade Suprema.

Não galgueis os obstáculos, nem tenteis contorná-los pela fuga deliberada: vencei-os, utilizando a vontade e a perseverança, ensejando crescimento aos vossos próprios valores.

Cuidai em transitarem com a devida prudência nos caminhos da carne, em que, muita vez, imitais a mariposa estouvada. Atendei às exigências de cada dia, rejubilando-vos por satisfazer as tarefas mínimas.

Não intenteis o voo sem haver aprendido a marcha.

Sobretudo, não indagueis de direitos prováveis que vos caberiam no banquete divino, antes de liquidar os compromissos humanos“.

Fonte: Livro No Mundo Maior, Cap. 2, André Luiz – Chico Xavier

*Colaboração do jovem: Alexandre Martins

DIVALDO – UM MÉDIUM, UM ORADOR, UM EDUCADOR

http://www.divaldofranco.com/biografia.php

Divaldo é um verdadeiro apóstolo do Espiritismo. Dos seus oitenta anos, sessenta foram devotados à causa Espírita e às crianças excluídas, das periferias de sua Salvador. Nasceu em cinco de maio de 1927, na cidade de Feira de Santana, Bahia, e desde a infância se comunica com os espíritos. Cursou a Escola Normal Rural de Feira de Santana, recebendo o diploma de professor primário, em 1943. Trabalhou como escriturário no antigo IPASE, em Salvador, aposentando-se em 1980.

É reconhecido como um dos maiores médiuns e oradores Espíritas da atualidade e o maior divulgador da Doutrina Espírita por todo o Mundo.

Seu currículo revela um exímio e devotado educador com mais de 600 filhos adotivos e mais de 200 netos, atendendo atualmente a cerca de 3.000 crianças, adolescentes e jovens de famílias de baixa renda, por dia, em regime de semi-internato e externato.

Orador com mais de 11.000 conferências, em mais de 2.000 cidades em todo o Brasil e em 62 países, concedendo mais de 1.100 entrevistas de rádio e TV, em mais de 450 emissoras. Recebeu mais de 700 homenagens, de instituições culturais, sociais, religiosas, políticas e governamentais.

Como médium, publicou 202 livros, com mais de 8 milhões de exemplares, onde se apresentam 211 Autores Espirituais, muitos deles ocupando lugar de destaque na literatura, no pensamento e na religiosidade universais. Dessas obras, houve 92 versões para 16 idiomas (alemão, albanês, catalão, espanhol, esperanto, francês, holandês, húngaro, inglês, italiano, norueguês, polonês, tcheco, turco, russo, sueco e sistema Braille). Além de 17 escritos por outros autores, sobre sua vida e sua obra. A renda proveniente da venda dessas obras, bem como os direitos autorais foram doados, em Cartório, à Mansão do Caminho e outras entidades filantrópicas.

Espírita convicto, fundou o Centro Espírita Caminho da Redenção em sete de setembro de 1947.

Dois anos depois, iniciou a sua tarefa de psicografia. Diversas mensagens foram escritas por seu intermédio. Sob a orientação dos Benfeitores Espirituais guardou o que escreveu, até que um dia recebeu a recomendação para queimar tudo o que escrevera até ali, pois não passava de simples exercício. Com a continuação, vieram novas mensagens assinadas por diversos Espíritos, dentre eles: Joanna de Ângelis, que durante muito tempo apresentava-se como Um Espírito Amigo, ocultando-se no anonimato à espera do instante oportuno para se identificar. Joanna revelou-se como sua orientadora espiritual, escrevendo inúmeras mensagens, num estilo agradável repassado de profunda sabedoria e infinito amor, que conforta as pessoas necessitadas dando diretriz espiritual.

Em 1964, Divaldo, sob orientação de Joanna de Ângelis, selecionou várias mensagens de autoria da mentora e enfeixou-as no livro Messe de Amor, que se tornou o primeiro livro psicografado por Divaldo. Atualmente, o médium é recordista e conta com 202 títulos publicados, incluindo os biográficos que retratam sua vida e obra.

MANSÃO DO CAMINHO

Divaldo Pereira Franco é emérito educador. Fundou em 1952, na cidade de Salvador, Bahia, com Nilson de Souza Pereira, a Mansão do Caminho, instituição que acolheu e educou crianças sob o regime de Lares Substitutos.

Em 20 Casas Lares, educou mais de 600 filhos, hoje emancipados, a maioria com família constituída.

Na década de 60, iniciou a construção de escolas, oficinas profissionalizantes e atendimento médico.

Hoje, a Mansão do Caminho é um admirável complexo educacional com 83.000 m2 e 50 edificações que atende a três mil crianças e jovens de famílias de baixa renda, na Rua Jaime Vieira Lima, n° 1 , Pau da Lima, um dos bairros periféricos mais carentes de Salvador. O complexo atende a diversas atividades sócio-educacionais como: enxovais, Pré-Natal, Creche, escolas de ensino básico de 1º e 2º graus, Informática, Cerâmica, Panificação, Bordado, Reciclagem de Papel, Centro Médico, Laboratório de Análises Clínicas, Atendimento Fraterno, Caravana Auta de Souza, Casa da Cordialidade e Bibliotecas. Mais de 30 mil crianças passaram, até hoje, pelos vários cursos e oficinas da Mansão do Caminho. A obra é basicamente mantida com a venda dos livros mediúnicos e das fitas gravadas nas palestras, seminários, entrevista e mensagens por Divaldo.

 HOMENAGENS

Divaldo Franco recebeu homenagens em diversos países e cidades da América do Nore,

Central, do Sul, Europa e África:

 • 20 Comendas

 • 334 Placas de prata, douradas e bronze

• 54 Medalhas • 49 Troféus

• 43 Moções de Congratulações

• 187 Diplomas e Certificados

• 12 Títulos Honoríficos significativos.

 Dentre todas essas maravilhosas homenagens, destacam-se:

 • 1991 – Título Honoris Causa em Humanidade, pelo Colégio Internacional de Ciências Espirituais e Psíquicas, em Montreal, Canadá em 23.05.1991.

• 1997 – Decreto de Ordem do Mérito Militar, 31.03.1997, pelo Presidente da República do Brasil.

• 2001 – Medalha Chico Xavier, do Governo do Estado de Minas Gerais.

• 2002 – Título de Doutor Honoris Causa em Humanidades, pela Universidade Federal da Bahia.

• 2002 – Homenagem da Universidade Estadual de Feira de Santana.

• 2005 – Título de Embaixador da Paz no Mundo, junto com o amigo Nilson de Souza Pereira. O título foi recebido em Genebra, na Suíça, em 30 de dezembro de 2005, pela Ambassade Universalle Pour la Paix.

 Atualizada em 22.03.2008.

fonte de consulta: site da |Mansão do Caminho: http://www.mansaodocaminho.com.br

Sugestão de vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=xVL8wuxzjzQ&feature=youtu.be

Documentário sobre Allan Kardec.

reconhecimento

Reconhecimento e Gratidão

     “Marta, preocupada com o serviço, chegando-se ao Senhor disse: a ti não se te dá que minha irmã me tenha deixado só a servir? Manda-lhe, pois, que me ajude. Mas respondeu-lhe o Senhor: Marta, está muito ansiosa e te ocupas com muitas coisas, entretanto poucas são necessárias, ou antes uma só; porque Maria escolheu a boa parte que não lhe será tirada.” (Lucas, X, 40-42)

     Marta e Lázaro são reconhecidos, mas só Maria tem gratidão: “Venit mulier habens alabastrum unguenti nardi spicati pretiosi et fracto alabastro, effudit super ejus – uma mulher com um frasco de fino perfume de nardo ungiu-O”. (Marcos, XIV,3.)

     Nicodemos, movido pelo reconhecimento, vai ao encontro de Jesus, mas como não tem gratidão, espera a noite para se aproximar do Filho de Deus: Nicodemus hic venit ad Jesum nocte. (João, III, 1-2.)

     Para guarda do sepulcro, Herodes envia milícia; Madalena leva flores e perfumes.

     Na vida particular, como na vida social, há reconhecimento e gratidão; mas aquele (o reconhecimento), quando lustrado pela nobreza de caráter, é o princípio em que germinam as graças que nos dão a pureza de sentimento de gratidão.

     O reconhecimento é, para a gratidão, o que a bolota é para o carvalho. Assim como aquela só se transforma em árvore por força do tempo e poder dos elementos, o reconhecimento só se caracteriza em gratidão depois de um cultivo acurado da lei do amor lembrada pelo Cristo e de uma evolução proveitosa do Espírito nos ciclos ascendentes da verdade.

  • Temos que perder o medo de agradecer e reconhecer nos outros pessoas que nos auxiliam e nos ajudam a obter paz, alegria de viver, conforto material e espiritual, ou o que queremos. Ninguém vence sozinho. Sabemos disso e devemos também saber reconhecer isso com ações concretas e gratidão.
  • Quando uma pessoa só é cobrada pelos seus erros, desenvolve uma auto estima baixa e os erros multiplicam-se, até que a pessoa começa a acreditar não ser capaz de acertar, até mesmo as coisas mais simples.
  • “Devemos encontrar tempo para parar e agradecer as pessoas que fazem diferença em nossas vidas” (John F. Kennedy). 

SCHUTEL, Cairbar. Reconhecimento e gratidão. Parábolas e ensinos de Jesus.

Sugestão de vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=sYKRqk4v-fU

 Amigos e amizades

                               “O homem não deve viver isolado de seus semelhantes. Convém, entretanto, escolher suas relações, seus amigos, empenhar-se por viver num meio honesto e puro, onde reinem boas influências. (Depois da morte, Cap. XLIII)”.

                               O Evangelho de Jesus e a Doutrina Espírita nos dá subsídios para sermos não apenas um bom, mas um excelente amigo. Agindo assim, daremos o exemplo de uma vivência cristã e contribuiremos para a prática do amor na Terra.

                               Ser um bom amigo é ser leal, independente das circunstâncias. Se aqueles à nossa volta, principalmente a quem consideramos amigos, em algum momento não nos trata bem, é a oportunidade de exercitarmos o perdão e o entendimento. Afastar-se numa situação como essa é demonstrar falta de maturidade e que também não somos um bom amigo ou uma boa amiga.

                               Jesus, em relação aos apóstolos, demonstrou a lealdade em seu ápice. Traído e abandonado, retorna após a crucificação e retoma o convívio com eles, sem nenhum tipo de melindre ou mágoa. Ao contrário, acolhe, orienta e ama, ainda mais.

                               Quem diz que ama e não procura compreender e nem auxiliar, nem amparar e nem servir, não saiu de si mesmo ao encontro do amor em alguém. A amizade verdadeira não é cega, mas se enxerga defeitos nos corações amigos, sabe amá-los e entendê-los mesmo assim.

                               “Já não vos chamareis servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor, mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer”.

(João – 15:15)

                               Sobre o tema amizades, temos que ter muito cuidado, principalmente neste período conturbado de transição. O jovem espírita deverá buscar amizades sadias, condizentes com os seus desejos de melhoria íntima e vivência saudável. Ao escolher de forma equivocada um grupo de amigos, podemos nos deixar levar por caminhos que nos trará sofrimento e dificuldades futuras.

                               É compreensível, portanto, que o jovem ou adolescente realize a busca de novos relacionamentos fora do lar, sejam eles conflitantes ou não, a depender da tendência do mesmo, das suas aspirações e afinidades, onde experimentará a auto realização, dando início ao futuro círculo social de amigos no qual se movimentará.

Sugestão de vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=NTR1G5Jif_k

 O SIGNIFICADO DA PAZ

(texto do Momento Espírita impresso do site: momento.com.br)

Em determinada passagem do evangelho, Jesus afirma:

“Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz; não vo-la dou como o mundo a dá”.

Evidencia-se que a paz do Cristo é muito diferente da paz do mundo.

Para entender o significado da paz do Cristo, torna-se necessário refletir sobre o que habitualmente se concebe por paz.

Os dicionários fornecem inúmeros significados para esse vocábulo.

Por exemplo, identificam-no com ausência de guerra, descanso e silêncio.

Ocorre que o descanso e o silêncio, por si sós, não significam necessariamente algo bom.

Em uma penitenciária, no meio da noite, pode haver descanso e silêncio absolutos.

Mas é difícil sustentar que as criaturas que lá se encontram sejam pacificadas.

Em um charco as águas são paradas e há silêncio nele e em torno dele.

Contudo, não se pode ignorar a podridão que ali jaz oculta.

Também é possível que algumas pessoas sejam conservadas inertes e em silêncio, por medo.

Determinada casa pode ser silenciosa e ordeira pelo pavor que o chefe da família inspira.

Entretanto, a submissão criada pela violência nada tem de desejável.

No âmbito internacional, ao término de uma guerra, frequentemente são impostas duras condições aos países derrotados.

Ocorre que uma paz que esmaga os vencidos contém em si o gérmen de futuras violências.

Também não raro percebemos coisas erradas acontecendo, em prejuízo dos outros.

Mas podemos preferir silenciar, a título de preservar nossa paz.

Assim, a paz, na concepção mundana, muitas vezes envolve opressão, preguiça e conivência.

Não causa espanto que a paz do Cristo seja diferente da paz do mundo.

Pode-se afirmar que a paz do Cristo constitui decorrência lógica da vivência de Seus ensinamentos.

Afinal, o mestre afirmou que não basta dizer Senhor! Senhor! Para entrar no reino dos céus.

É necessário efetivamente realizar a vontade do pai celestial.

Essa vontade encontra-se explícita nas palavras e nos exemplos de Jesus.

O céu a que se refere o Cristo não é um local determinado no espaço.

Trata-se de um estado de consciência em harmonia com as leis divinas.

A paz do Cristo não se identifica com a inércia. É um sublime estado de consciência, feito de serenidade e harmonia. É um profundo silêncio interior, que não depende das ocorrências do mundo.

Essa paz somente pode ser desfrutada por quem ama o progresso e trabalha efetivamente no bem. Ela é muito trabalhosa e operante. Reflete o estado de quem pode observar com tranquilidade os próprios atos. Só se sente assim quem cumpre seu dever. Não é um presente, mas uma conquista. O seu gozo pressupõe esforço em burilar o próprio caráter, em crescer em entendimento e compreensão.

Apenas se pacifica quem procura desenvolver seus talentos pelo estudo e o trabalho constantes, e utiliza seus talentos na criação de um mundo melhor.

A paz do Cristo está à disposição de todos. Mas só a desfruta quem pratica a lei de justiça, amor e caridade, estabelecida por Deus para a harmonia da criação.

Pense nisso!

Equipe de Redação do Momento Espírita.

 Sugestão de vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=Klg3_c1apEQ

Liberdade e limites

     Não podemos viver sozinhos, necessitamos do contato com os semelhantes para evoluir.

     Para viver em sociedade o homem criou leis que disciplinam e orientam – são as leis sociais.

     Ter liberdade, significa ter responsabilidade sobre os nossos atos, tendo consciência de que a nossa liberdade termina quando começa a liberdade do outro.

     Jesus foi o maior incentivador da liberdade. Sempre estimulou as pessoas a pensarem por si próprias, a descobrir o “reino de Deus” em seus corações.

     E isso numa época de muita repressão política por parte de Roma e repressão religiosa por parte dos israelitas. Tinha que ter muita coragem para segui-lo em meio a tantas perseguições.

     A liberdade que Jesus queria, e ainda quer mostrar, é a liberdade de consciência, de se fazer o bem, que nos liberta da prisão do erro e da necessidade de reparação.

     Não era a liberdade buscada por meio das armas ou das revoluções externas.

Livro dos Espíritos:

825. Haverá no mundo posições em que o homem possa gloriar-se de gozar de absoluta liberdade?

“Não, porque todos precisais uns dos outros, assim os pequenos como os grandes.”

826. Em que condições poderia o homem gozar de absoluta liberdade?

“Nas do eremita no deserto. Desde que juntos estejam dois homens, há entre eles direitos recíprocos que lhes cumpre respeitar; não mais, portanto, qualquer deles goza de liberdade absoluta.”

827. A obrigação de respeitar os direitos alheios tira ao homem o de pertencer-se a si mesmo?

“De modo algum, porquanto este é um direito que lhe vem da Natureza.”

 Sugestão de slide:  https://prezi.com/lqdlvartjgqx/liberdades-e-limites/#share_embed

Desenvolvimento sustentável e consumo consciente

 • Que é um processo sustentável?

     Um processo sustentável é aquele que se pode manter no tempo por si mesmo, sem ajuda externa e sem dar origem à escassez dos recursos existentes.

• O que é desenvolvimento sustentável?

     O desenvolvimento sustentável permite satisfazer as necessidades atuais sem comprometer as possibilidades das gerações futuras. Posto isto, as atividades econômicas baseadas na exploração do petróleo, só para citar um exemplo, não são sustentáveis, uma vez que o petróleo é um bem não renovável, que acabará por esgotar mais tarde ou mais cedo e que prejudica o meio ambiente.

• Como o desenvolvimento sustentável está de acordo com os ensinamentos da doutrina espírita?

     Allan Kardec nos ensina que “por meio da organização que lhe deu, a Natureza lhe traçou o limite das necessidades; porém, os vícios lhe alteraram a constituição e lhe criaram necessidades que não são reais. ” Além dos vícios, temos os nossos defeitos que são aproveitados pelos criadores das campanhas publicitárias para levar-nos a comprar uma série de coisas de que realmente não necessitamos, mas que incentivam e tentam satisfazer o nosso orgulho, a nossa vaidade e nossas ambições pessoais.

     A lei da reencarnação permite entender, do ponto de vista espiritual, a importância do compromisso entre gerações, quanto à disponibilidade de acesso aos recursos naturais, para satisfazer as necessidades básicas das futuras gerações. Este princípio se complementa com a lei de causa e efeito, porque dependendo de como deixamos este planeta, vamos recebê-lo em melhores ou em piores condições em nossas futuras encarnações.

Sugestão de vídeo:  https://www.youtube.com/watch?v=OBCL0wMkq70

“ ‘Amar o próximo como a si mesmo; fazer aos outros como quereríamos que nos fizessem’, eis a expressão mais completa da caridade, porque ela resume todos os deveres para com o próximo. ”

 Evangelho Segundo Espiritismo, cap. XI, item 4

Vivência Espírita em Sociedade

 Como o Espírita deve viver em sociedade?

       O Espírita deve se esforçar para a vivência dos ensinos de Jesus e dos postulados Espíritas no seu dia a dia. Somente por meio da prática do amor e do bem haverá o melhoramento do indivíduo e da sociedade.

      Com simples gestos de amor, caridade e paciência, por exemplo, podemos mudar o mundo à nossa volta. Uma boa ação pode incentivar os que estão ao nosso redor a praticar o bem, formando uma corrente de boas ações.

      É importante aproveitarmos todo material que temos ao nosso dispor. Os ensinamentos de Jesus, trazidos nas parábolas e os ensinos dos Espíritos superiores, nos dão tudo o que necessitamos para a nossa transformação moral e espiritual. Jesus deverá ser o nosso modelo e guia em todas as situações, e em todas as horas.

 Sugestão de vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=VBfAhkquePw

 ENCONTROS DO ANO

            Fazendo parte de um projeto de vivência da caridade em sociedade, no domingo, 17 de maio, demos início aos encontros mensais no asilo Valdemiro Darem. O grupo de visita, logo ao entrar na Instituição, se mostrou expressivo no âmbito do carinho e da atenção aos idosos. Em meio a conversas e sorrisos, um breve showzinho em conjunto, acompanhado de um violão, foi realizado com muita alegria até a hora de nossa saída. Com a sensação de dever cumprido, voltamos todos às nossas casas com a esperança de poder estar a cada dia mais familiarizados com a frase singela que resume o lema espírita: “Fora da caridade não há salvação.”